segunda-feira, 10 de novembro de 2008

As aparências enganam!

Nomes perfeitos

Nomes perfeitos para suas atividades:

Ana Lisa
Psicanalista

P. Lúcia
Fabricante de Bichinhos

Pinto Souto
Fabricante de Cuecas

Marcos Dias
Fabricante de Calendário

Olavo Pires
Balconista de Lanchonete

Décio Machado
Guarda Florestal

H. Lopes
Professor de Hipismo

Oscar Romeu
Dono de Concessionária

Hélvio Lino
Professor de Música

K. Godói
Médico especialista em hemorróidas

Alberta Alceu Pinto
Garota de Programa

H. Romeu Pinto
Garoto de Programa

Eudes Penteado
Cabeleireiro

Sara Vaz
Mãe de Santo

Passos Dias Aguiar
Instrutor de Auto-escola

Édson Fortes
Baterista

Sara Dores da Costa
Reumatologista

Jamil Jonas Costa
Urologista

Iná Lemos
Pneumologista

Ester Elisa
Enfermeira

Ema Thomas
Traumatologista

Inácio Filho
Obstetra

Oscar A. Melo
Confeiteiro

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Garçons Eficientes!

Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garconetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa.
Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:
- Por que a colher?
- Bom, - explicou - os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises estatisticas, eles concluiram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.
Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hora por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno. No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:
- Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continou a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no ziper da calça do garçom.
Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no ziper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:
- Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?
- Oh, sim! - respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo:
- Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.
- Como é isso?
- Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.
- Que ótimo, isso tem muito sentido, mas...se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?
- Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.

sábado, 1 de novembro de 2008

Chuta a "bola"

Jogo perigoso: seção 2


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